O abraço corporativo e a inércia do afastamento


O abraço corporativo e a Inércia do afastamento

A tecnologia está aí, criando todos os dias novas formas de comunicação entre as pessoas. E no ambiente corporativo não é diferente. Já somos doutrinados desde muito tempo a manter a inovação nos processos comunicativos para acelerar os trabalhos e, assim, sermos mais produtivos. Mas toda essa facilidade é ou não é um grande mal para as organizações hoje em dia?

Há quem diga que o uso excessivo das formas digitais de se comunicar cria barreiras invisíveis entre as pessoas, pois deixa em segundo plano as relações interpessoais face a face. Quem defende esta ideia, o faz baseando-se na hipótese de que o contato pessoal é vital para que uma empresa continue criando bons laços entre seus colaboradores.

Nomeado de abraço corporativo, esta teoria combate a inércia do afastamento entre os funcionários que frequentam uma mesma sede no trabalho. E ele visa aproximar os laços que tornam o ambiente corporativo um lugar mais agradável de se estar durante as aproximadas 8 horas dedicadas ao trabalho na vida de uma pessoa.

E você, concorda com a teoria do abraço corporativo?

0

DIA DOS PAIS HAPPYHOUSE BRASIL 2013


O último domingo representou uma data muito importante para toda a equipe da Happy, pois foi o dia de homenagear os grandes heróis das nossas vidas: nossos pais. E neste ano, preparamos uma surpresa pra lá de especial aos super paizões da agência.

Logo no início do dia, ao ligarem suas máquinas, todos se depararam com wallpapers com a fotos dos seus filhos. As artes seguiram uma linha criativa divertida, com o logo do Super Daddy, criado para designar aos pais a característica de um grande super herói. Ao final da tarde, complementamos a ação presenteando os pais com uma camiseta do Super Daddy.

Confira abaixo os wallpaper e os Super Daddies da HappyHouse

Super Daddy Carlos Eduardo (Paulista), o pai do Francisco.

Super Daddy Diego Antunes, o pai da Gabriela.

Super Daddy Fagner, o pai da Larissa.

Super Daddy Luís, o pai do Gabriel.

Super Daddy Rafael, o pai do Matheus e da Fernanda.

Super Daddy Rinaldo, o pai da Renata e do Rodrigo.

Super Daddy Serginho, o pai da Lara.

Os paizões vestindo a camiseta do Super Daddy.
Esq/Dir: Serginho, Fagner, Paulista, Diego, Rafael, Rinaldo e Luís
.

0

Cliente Social – Aldeia da Fraternidade


*Por Natália Bortolás Goulart – Marketing HappyHouse Brasil

A HappyHouse Brasil vem desenvolvendo voluntariado na Aldeia da Fraternidade, instituição localizada na zona sul de Porto Alegre e que tem como missão desenvolver ações preventivas e complementares junto a crianças e adolescentes ameaçados ou privados de seus direitos fundamentais através atividades sócioeducativas. Tomamos a decisão de assumir os esforços de Endomarketing do local para complementar o belíssimo trabalho que a Agência Escala, com o forte apoio de Alfredo Fedrizzi, iniciaram há bastante tempo.

Na última quarta-feira, dia 17 de julho, eu e o Rafael passamos o dia na sede para fotografarmos as crianças e os educadores nas diversas situações que fazem parte do dia a dia da Aldeia.

A recepção foi calorosa desde a nossa chegada. Fomos muito bem acolhidos pela adorável Elisabete, uma das educadoras mais antigas da Aldeia que, com toda a simpatia e cordialidade, nos conduziu até as salas de aula para darmos início aos cliques. A partir daquele momento, fomos tomados por um sentimento de felicidade plena.

Registramos as primeiras imagens no pátio, no horário de intervalo, momento em que as crianças interagiam entre si e com a professora. Tão logo que elas perceberam nossas atividades, rapidamente dirigiam-se a nós para solicitar fotos, fazer poses, abraçar a professora, os colegas, nos abraçar e sorrir muito. Elas pareciam tão à vontade conosco que nossa tarefa na instituição passou de trabalho à diversão pura.

E o dia todo correu nessa energia. Passamos por todos os departamentos da Aldeia, registramos tudo, ouvimos as pessoas, brincamos com as crianças e, o melhor, saímos de lá com uma sensação muito boa. A sensação mágica que é estar cercado da natureza daquele lugar unida a um bom dia gentil, um abraço sincero e muitos coraçõezinhos cheios de amor pra dar.

Deixo registrado que o último 17 de julho de 2013 foi mais que uma manhã e uma tarde, foi uma honra. Um legítimo aprendizado.

Deixo, também, meu agradecimento à toda a equipe da HappyHouse Brasil por abraçar com tanto carinho e disponibilidade esta causa.

Agora, seguiremos nosso trabalho dentro da agência. Criamos uma campanha interna maravilhosa que, sem dúvidas, vestirá a Aldeia e proporcionará ainda mais vida àquele lugar. Em breve, a instituição completará 50 anos e nós estaremos lá novamente para acompanhar de perto tudo o que está planejado para a instituição em 2013.

Confira abaixo algumas das fotos que eu e o Rafa registramos.

0

POSICIONAMENTO PROFISSIONAL


Sempre pensei que um profissional, independente de cargo, função ou empresa na qual trabalha, deve tratar a si mesmo como um produto que precisa se posicionar no mercado.

Mas o que é posicionamento? Segundo Al Ries e Jack Trout, dois publicitários nova-iorquinhos que popularizaram esse termo, posicionamento não é o que se faz para um produto ou empresa, mas o que se faz para a mente do consumidor, ou seja, o que se faz para que o produto ou a empresa sejam percebidos, pelo consumidor, de uma determinada maneira.

No ambiente profissional, a regra pode ser a mesma: posicionamento é o que se faz, enquanto profissional, para que a empresa e o mercado nos percebam como diferenciados a partir das características positivas que possuímos e que cultivamos.

Assim como no marketing externo, ao nos posicionarmos diante de uma empresa, temos que fortalecer uma posição privilegiada como “o melhor”, “o mais capacitado”, “o mais comprometido”, etc., assim como a Brahma vem se posicionando no mercado como a “número um”.

A diferença entre o marketing profissional e o marketing externo está no fato de que, em se tratando de uma pessoa, a posição desejada e conquistada a partir do posicionamento não necessita ser exclusiva, ou seja, não importa que o mesmo posicionamento já tenha sido adotado por outra pessoa. Ao contrário, muitas vezes o posicionamento profissional é decidido a partir da observação do comportamento e da atuação de colegas que conquistaram posições de destaque na empresa. O mesmo não acontece no mercado de cervejas onde a posição de “número um” não pode ser assumida por outra empresa enquanto a Brahma a estiver utilizando.

Mas é importante que o posicionamento profissional, que nada mais é do que um “posicionamento psicológico” assumido pelo profissional, seja sustentado por um posicionamento real, a fim de que não se estabeleça apenas um jogo mental e, sim, uma relação de credibilidade entre a empresa e o seu “melhor vendedor”, o seu “líder com maior capacidade de comunicação” ou até mesmo a “funcionária que faz o melhor café” ou a “que melhor atende o telefone”.

Para ser percebido como “o melhor”, é importante que se trabalhe sistematicamente para realmente “ser” o melhor. Neste caso, é preciso lembrar que o posicionamento profissional é algo construído não apenas de um conceito a partir do qual se deseja ser lembrado, mas de uma série de características complementares como bom humor, boa apresentação, disponibilidade, assiduidade, honestidade, criatividade, pró-atividade e tantas outras que contribuem para a construção da imagem de um profissional admirado e desejado pelas empresas.

Para isso, o primeiro passo pode ser identificar as possíveis diferenças que existem entre o seu “jeito de ser” e o das pessoas com as quais trabalha, selecionando suas características mais importantes e positivas e concentrando-se em trabalhá-las continuamente para que se tornem ainda mais consistentes.

O início de um novo ano é o momento ideal para que as pessoas busquem um posicionamento profissional e, assim, passem a encarar a si mesmos como um “produto” no mercado de trabalho que precisa estar sempre muito consciente dos seus diferenciais para reforçá-los ainda mais e, com isso, tornar-se aquele funcionário que toda e qualquer empresa deseja para o seu quadro de pessoal.

Analisa de Medeiros Brum
Diretora Executiva
HappyHouse Brasil – Agência de Endomarketing

0

Retenção de profissionais: o novo desafio


Não é novidade para os gestores mais experientes do mundo corporativo que reter talentos, hoje, é uma tarefa que requer bastante atenção para as empresas. A Geração Y tem sido uma questão bastante discutida, pois ela nomeia o grupo dos profissionais mais difíceis de conservar dentro das organizações.

Embora muitos dos conceitos atribuídos aos Ys ou Milenialls margeiem o exagero, é verdade que chegou o tempo de uma maior adequação das instituições a um novo modelo de relacionamento com os colaboradores. Esta nova ordem necessita de estratégias de gestão que visem manter, ao invés de apenas atrair bons profissionais dentro do ambiente de trabalho.

É importante considerar que o ambiente externo às empresas muda o tempo todo sem que elas possam controlá-lo. O aquecimento da economia impulsionou a oferta de muitas oportunidades em várias áreas, e esse contexto propicia mais segurança aos profissionais na hora de garimpar novos desafios.

Então, diante deste cenário, como agir para que os colaboradores enxerguem a empresa no qual atuam como uma oportunidade atrativa? Indubitavelmente, os RHs necessitam de forte atuação nesse sentido, uma vez que suas atividades implicam também no desenvolvimento de políticas de retenção. Embora as questões institucionais como os valores empresariais, remunerações significativas e diretrizes organizacionais tenham um peso importante, a competência gerencial para a gestão de pessoas se destaca como o grande diferencial para vencer o desafio da retenção de bons profissionais.

Além disso, é essencial que a empresa como um todo saiba alinhar seu público interno à sua estratégia gerencial. É importante mantê-lo sempre atualizado sobre o momento que vive a organização e suas ambições futuras, atentando para que, independente da situação, as necessidades básicas dos colaboradores procurarão ser sanadas.

Nas relações entre pessoas e organizações jamais podemos esquecer de promover a visibilidade do futuro da empresa, considerando a hipótese de oferecer ascensão. É necessário conhecer cada colaborador a fim de adaptar seus projetos individuais aos empresariais e, por fim, sustentar as políticas e diretrizes da empresa, expondo seus diferenciais para a equipe e promovendo a compreensão de que dificuldades existem em qualquer ambiente de trabalho.

Por Natália Bortolás Goulart – Marketing da HappyHouse Brasil

0

FEIPLASTIC 2013


O tamanho e a proporção que a Braskem tem no segmento dela me enchem de orgulho. Ao visitar a FEIPLASTIC, maior feira do setor do plástico da América Latina, em São Paulo, tive a certeza da relevância dessa empresa para o segmento químico e petroquímico e para toda a cadeia produtiva que envolve o plástico.

Já na chegada se via a Braskem por todos os lados. Era a única empresa que tinha mídia externa (testeiras na entrada dos estacionamentos, placas indicativas para Clientes e VIPs). Logo na entrada dos pavilhões havia 2 promotores que recebiam as pessoas e entregavam uma sacola para que os participantes pudessem guardar os materiais coletados ao longo da feira. Todos os expositores tinham materiais e sacolas para distribuir, mas pelo fato de a Braskem entregar a sua já na entrada só víamos seu nome por toda a parte.

A maior produtora de resinas termoplásticas das Américas estava muito bem posicionada, justamente porque pensa estrategicamente, o tempo todo.

O stand da Braskem era um dos maiores, senão o maior, e disparado o mais bonito de todos, cheio de atrativos. Ali, a empresa não expôs o produto e sim aproveitou o momento para networking e muito business.

O espaço foi dividido em 2 partes, uma para visitantes da feira, público em geral, e outra para os clientes Braskem. A parte para visitantes comportava totens interativos com cases, catálogos e o desafio de design Braskem Odebrecht (ação que promoveu o design de peças de mobiliário de material plástico por meio de trabalhos de alunos de design). Além de ícones mostrando onde encontramos o plástico e uma linha do tempo digital que contava a história das aquisições da Braskem.

A parte de dentro do stand, apenas para convidados e Clientes da Braskem, era uma cidade à parte da feira! Todo fechado, havia várias mesas com iPads disponíveis com os catálogos de produtos; mais de 20 salas de reuniões; sendo que aproximadamente 5 eram na parte superior do stand e apenas para Vips; dois balcões onde serviram café da manhã, almoço e lanches; várias mesinhas para descanso e bate papo; e até espaço para DJ, que animou o local todos os dias, no final do dia. A área comercial da Braskem estava presente em peso. Todas as pessoas identificadas, muito atenciosas, felizes e disponíveis.

Ao caminhar pela feira, vi que seria impossível fotografar todos os stands e ver os diferentes produtos. A maioria dos participantes são fabricantes e eles levam as máquinas, que são gigantes, para fazer demonstração delas em funcionamento. É incrível!

Tem vários parceiros da Braskem que estavam com as resinas da Braskem expostas, em uso, fabricando produtos lá mesmo. Havia de tudo, desde máquinas que fazem as sacolas plásticas, filmes plásticos até materiais feitos com plástico injetado. Mas o que eu mais gostei mesmo foi de ver as cadeiras plásticas sendo feitas. É impressionante ver aquelas máquinas, que custam cerca de 2 milhões de reais, funcionando com tanta precisão!


POR TÉSSIA MUNDT – ATENDIMENTO DA HAPPYHOUSE BRASIL

0

Livros sobre motivação e empreendedorismo indispensáveis na sua biblioteca.


A ARTE DE FAZER ACONTECER

Nesta obra, o autor compartilha com os leitores algumas estratégias de sucesso apresentadas em seminários nos Estados Unidos e também em grandes empresas, como a Microsoft, a Lockhead e o Departamento de Justiça americano.

A GRANDE MUDANÇA

Um livro instigante que deve ser lido por aqueles que desejam entender o que exatamente está fazendo, e por quais razões.

DESAFIANDO O TALENTO

Neste livro, Geoff Colvin aborda o talento como principal assunto. O autor traça respostas sobre o desempenho invejável de algumas pessoas e afirma que qualquer indivíduo pode obter resultados de alto nível.

ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL

Trata-se de uma obra que fornece dicas de como investir em mercados que ainda não foram explorados, como criar um mercado sem rivais e como tornar a concorrência irrelevante.

O GESTOR EFICAZ

O renomado autor Peter Drucker aborda fundamentos básicos de como ser assertivo nos processos de gestão de empresas e obter sucesso na vida profissional.

O LÍDER 360

É possível obter uma posição de liderança sem ocupar posições de alto escalão? John C. Maxwell compartilha segredos para aumentar o poder de influência mesmo não fazendo parte do topos hierárquicos do ambiente corporativo.

MANUAL DO CEO

Fornece lições de negócios que podem ser aplicados no mundo real. Essencial para quem deseja conhecer mais sobre o empreendedorismo, marketing, vendas, negociações, operações, design de sistemas, entre outros temas relevantes para lideranças.

MOTIVAÇÃO 3.0

Obra que aborda novos fatores motivacionais essenciais na busca da realização pessoal e profissional.

0

O líder como promotor de aprendizados e desenvolvedor de competências


Você já pensou de que forma ocorre o nosso aprendizado? Em como nos desenvolvemos enquanto pessoas e profissionais? Muitos devem ter ouvido em algum momento de suas vidas o clássico discurso familiar sobre o que fazer e por qual caminho seguir. Algumas vezes os conselhos podem ter sido úteis e necessários, em outras foi preciso testar caminhos distintos.

O fato é que aprendemos muito mais pela experiência do que pelo discurso. Experiência significa vivenciar, sentir, pensar, descobrir por si, chegar a uma constatação. Isso porque a verdade para um não é necessariamente a verdade para o outro. Nossas vivências e percepções são únicas.

Segundo Kolb, teórico da educação e criador da teoria da aprendizagem experiencial, o aprendizado ocorre quando completamos um ciclo. Para o autor esse ciclo inicia com um acontecimento seguido de uma reflexão, momento em que avaliamos o significado do ocorrido, tendo sempre como referência nossas experiências anteriores. Nessa etapa a ‘fala’ é de suma importância, pois quando relatamos o fato, organizamos nossas percepções sobre ele.

Em seguida, analisamos o ocorrido e é comum realizarmos generalizações e comparamos com outras experiências similares. Nesse momento acionamos nossa capacidade de solucionar problemas e, finalmente, partimos para ação, colocando em prática o aprendizado construído. Porém, para chegar até aqui, é fundamental ter cumprido as ações anteriores e, é claro, ter maturidade pessoal para absorver os aprendizados.

E no mundo corporativo, como os líderes podem contribuir para que suas equipes completem o ciclo de aprendizagem e se desenvolvam? Para gerar aprendizado precisamos estimular a reflexão e a análise, o que pode ser bastante efetivo através do ato de perguntar. Respostas prontas não são completamente absorvidas e necessitam de processamento e vivência para que façam sentido.

Quando perguntamos estimulamos o raciocínio, auxiliamos a organizar o pensamento, promovemos insights e proporcionamos que a própria pessoa chegue à conclusão mais adequada para a situação, estabelecendo a sua verdade e obtendo um aprendizado.

O que move o mundo são as perguntas e não as respostas, então ouse perguntar: Qual sua avaliação desse fato? Que alternativas temos? Se fizer isso, o que pode dar certo? E o que pode dar errado? Por quê? O que podemos fazer para melhorar esse trabalho? Qual o aprendizado que você teve diante desse fato? Quando acontecer novamente o que pensa em fazer de diferente?

Mas para realizar perguntas assertivas é necessário exercitar nossa capacidade de escutar. Ouvir com atenção e compreensão é uma habilidade extremamente importante. A velocidade da informação e dos acontecimentos nos leva a uma tendência de atropelar etapas e a falar mais do que ouvir, o que mais adiante poderá nos exigir atenção redobrada em decorrência de retrabalhos que poderão surgir.

Nesse contexto, é importante entender que nem sempre o que serve para nós servirá para o outro. Respeitar o entendimento, a capacidade e os limites de cada indivíduo é a condição mínima para gerar aprendizado. E para isso, é necessário estar aberto para ouvir, aceitar que somos diferentes e que não há um único jeito de fazer. Ao conhecermos o potencial do indivíduo poderemos extrair o melhor de cada um.

Invista tempo para ouvir os seus profissionais. É desta forma que você terá recursos para fazer perguntas que trarão aprendizados que contribuirão para o desenvolvimento das competências da sua equipe e para melhores resultados para o negócio.

Por Chana Kieling – Analista de Recursos Humanos da HappyHouse Brasil

Comentários desativados

Happy dia das mães


Mãe é mãe em qualquer lugar do mundo.

A figura principal na vida de um filho.

Aquela que, independente do que acontecer, vai nos amparar com o colo mais confortável. Aquela que vai transmitir os ensinamentos mais sábios, vibrar com as nossas conquistas, chorar com as nossas frustações e SEMPRE estar ao nosso lado .

Pensando em tudo o que as MÃES representam nas nossas vidas, criamos a nossa homenagem às happymãezonas da agência, veja só como ficou:

DIA DOS MELHORES CONSELHOS

DIA DA MELHOR COMIDA DO MUNDO

DIA DO ABRAÇO MAIS ACONCHEGANTE

DIA DOS MELHORES MOMENTOS DO MUNDO

DIA DA MAIOR EMOÇÃO DO MUNDO

0

Os profissionais do futuro


Você é uma destas pessoas que está revolucionando os hábitos?

Você busca o prazer em tudo o que faz?

Prioriza a felicidade?

É 100% high-tech?

Bem diferente dos costumes da geração de Woodstock, que apoiava movimentos revolucionários no mundo, os “Ys”, ou millennials, são os jovens filhos ou netos dos Woodstockers, e que também querem fazer a diferença, é claro. Porém não através de revoluções, mas pelas mudanças de costumes.

Esta nova geração que dá início ao terceiro milênio não quer mudar o mundo, eles já nasceram com ele modificado. Os millennials já estão adaptados a criar as suas próprias mudanças e, ao mesmo tempo, adaptarem-se perfeitamente a todas elas.

Para os “Ys”, informação e oportunidade andam de mãos dadas. Todos querem seu lugar ao sol, mas não qualquer lugar. Essa nova força de trabalho não tem mais a estabilidade de carreira como sinônimo de sucesso e, sim, o prazer em fazer o que gostam. Millennials são jovens compenetrados, estão mais preocupados em conhecer o que acontece no mundo e não vestem a camisa da empresa. Pelo contrário. Eles facilmente levantam bandeiras contra sistemas que os reprimam ou não os beneficiem de uma maneira justa.

Jovens millennials não fazem questão de trabalhar por um salário significativo, apenas. Eles querem mais do que isso, querem que o trabalho lhes forneça felicidade e que os oportunize a fazer a diferença. Millennials descontentes com o ambiente de trabalho abandonam suas tarefas e criam sua próprias empresas, alinhadas aos seus anseios e que impulsionem a realização de sonhos.

O “boom” de empreendedorismo dos dias atuais e o surgimento de novas profissões é consequência dessa nova geração que, por meio de sua maneira de encarar o trabalho, já começa a influenciar as gerações futuras e criar um cenário inédito no mercado mundial. O sucesso não motiva esta geração, o que os fascina é o caminho para chegar a este destino.

Impacientes e considerados “imprevisíveis”, estes novos trabalhadores buscam desafios e feedbacks como forma de motivação, não sendo atraídos por projetos em que os resultados só podem ser vistos a longo prazo.

E o mercado de trabalho do futuro precisa se adaptar a estes novos profissionais. Os líderes da Geração X precisam ter em mente que a revolução do ambiente corporativo deve começar agora. Aliás, já devia ter começado. No Brasil, uma pesquisa recente da Amcham (Câmara Americana de Comércio) revela que 34,5% das companhias instaladas já criaram planos de carreira específicos para atender jovens da Geração Y. Para reter esses profissionais, 40% delas oferecem jornada flexível, que é um dos requisitos mais buscados por esse perfil na hora de procurar um emprego.

E o desafio dos gestores das organizações continua, sem dúvida, sendo a adaptação para esta nova maneira de trabalhar. Os headhunters afirmam: chegou a hora de nos adaptarmos aos anseios de uma geração 100% sem raízes.

0